Reforma Trabalhista é aprovada: saiba o que muda e como votaram os deputados da bancada evangélica

A Reforma Trabalhista proposta pelo governo do presidente Michel Temer (PMDB) teve sua segunda vitória na tramitação na Câmara dos Deputados, sendo aprovada no plenário por 296 votos contra 177 na última quarta-feira. Agora, o texto será analisado pelo Senado, e a tendência é que o resultado seja o mesmo.

Diferentemente da Reforma da Previdência, a reforma das leis trabalhistas não precisava de uma quantidade mínima de votos, desde que estivessem presentes ao menos 257 deputados na Casa e a maioria simples fosse favorável ao texto.

O texto aprovado sofreu apenas uma mudança em relação ao relatório que havia sido apresentado no dia anterior: fica proibido a penhora de bens de entidades filantrópicas e seus diretores para a quitação de despesas trabalhistas.

De acordo com informações do portal Uol, a “alma da reforma” foi preservada no texto: agora, os acordos entre empregado e empregador se sobrepõem ao previsto na legislação, seguindo a tendência das leis trabalhistas nos principais países do mundo, como os Estados Unidos, por exemplo.

Porém, esses acordos coletivos não podem interferir em questões como 13º salário, férias, licença-maternidade e seguro-desemprego. Um artigo específico de proteção contra a terceirização de trabalhadores CLT foi aprovado. As empresas terão que aguardar 18 meses antes de recontratar um funcionário demitido.

A ideia – que não estava prevista no projeto original e foi inserida pelo deputado Rogério Marinho (PSDB-RN) – é evitar que os trabalhadores sejam mandados embora para, em seguida, serem recontratados como terceirizados, com salário menor. A proteção contra a terceirização indiscriminada foi elogiada até pelos partidos de oposição ao governo.

Imposto sindical

Com a Reforma Trabalhista, os empregados não são mais obrigados a doar um dia de trabalho para os sindicados de suas categorias. Agora o trabalhador poderá decidir se quer ou não contribuir com o valor equivalente a um dia de sua remuneração.

O Solidariedade – partido que tem parlamentares com origem nos sindicados, como Paulinho da Força (SP) – tentou aprovar uma cláusula de transição para extinção da obrigatoriedade da contribuição sindical. A proposta era que, ao longo de três anos, essa contribuição caísse, sucessivamente, para 75% de um dia de trabalho no primeiro ano, 55% de um dia de trabalho no segundo ano e 35% no terceiro ano.

A partir do quarto ano, a contribuição obrigatória acabaria. Entretanto, a cláusula de transição foi rejeitada por 259 votos a 159. Assim, uma herança da época do presidente Getúlio Vargas deixa de existir na legislação trabalhista brasileira.

PJ

Será permitido às empresas negociar com os funcionários a mudança do regime de vínculo trabalhista com os empregados. Assim, os patrões poderão demitir funcionários contratados pela CLT e recontratá-los como autônomos, caso seja de comum acordo.

A mudança foi criticada pelo deputado André Figueiredo (PDT-CE): “Dessa forma, o trabalhador não tem mais direito a Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), a 13º e a nenhum direito trabalhista”.

A Câmara dos Deputados aprovou a chamada “regra do trabalho intermitente”, que permite que o funcionário ganhe de acordo com o tempo que trabalhar, conforme a necessidade da empresa, mesmo que seja para um trabalho de poucas horas.

Ao todo, 110 artigos da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) foram alterados, de acordo com o relator do projeto, Rogério Marinho. Confira abaixo, os dez principais pontos da Reforma Trabalhista:

-Convenções e acordos coletivos poderão se sobrepor às leis;
-Alguns direitos específicos não podem ser modificados por acordo, como: 13º salário, FGTS, licença-maternidade, seguro-desemprego;
-A jornada de trabalho pode ser negociada, mas sem ultrapassar os limites da Constituição;
-O tempo do intervalo, como o almoço, pode ser negociado, mas precisa ter no mínimo 30 minutos, se a jornada tiver mais do que seis horas;
-Os acordos coletivos podem trocar os dias dos feriados;
-As férias poderão ser divididas em até três períodos, mas nenhum deles pode ter menos do que cinco dias, e um deve ter 14 dias, no mínimo;
-O imposto sindical se torna opcional;
-A reforma define as regras para home office;
-Ex-funcionário não pode ser recontratado como terceirizado nos 18 meses após deixar a empresa;
-Gestantes e quem está amamentando poderão trabalhar em ambientes insalubres se isso for autorizado por um atestado médico. No caso das grávidas, isso só não será possível se a insalubridade for de grau máximo;

Confira como votaram os deputados federais, com destaque em negrito para os integrantes da bancada evangélica:

DEM

Abel Mesquita Jr. (RR) Sim
Hélio Leite (PA) Sim
Pauderney Avelino (AM) Sim
Marcos Rogério (RO) Sim
Professora Dorinha Seabra Rezende (TO) Sim
Juscelino Filho (MA) Sim
Vaidon Oliveira (CE) Sim
Felipe Maia (RN) Sim
Efraim Filho (PB) Sim
Mendonça Filho (PE) Sim
Claudio Cajado (BA) Sim
Elmar Nascimento (BA) Sim
José Carlos Aleluia (BA) Sim
Paulo Azi (BA) Sim
Carlos Melles (MG) Sim
Misael Varella (MG) Sim
Norma Ayub (ES) Sim
Francisco Floriano (RJ) Sim
Marcos Soares (RJ) Sim
Sóstenes Cavalcante (RJ) Sim
Alexandre Leite (SP) Sim
Eli Corrêa Filho (SP) Sim
Jorge Tadeu Mudalen (SP) Sim
Marcelo Aguiar (SP) Sim
Missionário José Olimpio (SP) Sim
Alberto Fraga (DF) Sim
Mandetta (MS) Sim
Osmar Bertoldi (PR) Sim
Onyx Lorenzoni (RS) Sim

PCdoB

Professora Marcivania (AP) Não
Rubens Pereira Júnior (MA) Não
Chico Lopes (CE) Não
Luciana Santos (PE) Não
Alice Portugal (BA) Não
Davidson Magalhães (BA) Não
Jô Moraes (MG) Não
Jandira Feghali (RJ) Não
Orlando Silva (SP) Não

PDT

Hissa Abrahão (AM) Não
Deoclides Macedo (MA) Não
Weverton Rocha (MA) Não
André Figueiredo (CE) Não
Leônidas Cristino (CE) Não
Carlos Eduardo Cadoca (PE) Sim
Wolney Queiroz (PE) Não
Ronaldo Lessa (AL) Não
Félix Mendonça Júnior (BA) Não
Subtenente Gonzaga (MG) Não
Sergio Vidigal (ES) Não
Flávia Morais (GO) Não
Dagoberto Nogueira (MS) Não
Assis do Couto (PR) Não
Afonso Motta (RS) Não
Pompeo de Mattos (RS) Não

PEN

Junior Marreca (MA) Sim
Erivelton Santana (BA) Sim
Walney Rocha (RJ) Não

PHS

Carlos Andrade (RR) Não
Pastor Eurico (PE) Não
Givaldo Carimbão (AL) Não
Marcelo Aro (MG) Sim
Dr. Jorge Silva (ES) Não
Marcelo Matos (RJ) Sim

PMB

Weliton Prado (MG) Não

PMDB

Cabuçu Borges (AP) Sim
Elcione Barbalho (PA) Sim
José Priante (PA) Sim
Simone Morgado (PA) Não
Lucio Mosquini (RO) Sim
Marinha Raupp (RO) Sim
Flaviano Melo (AC) Sim
Jéssica Sales (AC) Sim
Josi Nunes (TO) Sim
Alberto Filho (MA) Sim
Hildo Rocha (MA) Sim
João Marcelo Souza (MA) Sim
Aníbal Gomes (CE) Sim
Moses Rodrigues (CE) Sim
Vitor Valim (CE) Não
Marcelo Castro (PI) Sim
André Amaral (PB) Sim
Hugo Motta (PB) Sim
Veneziano Vital do Rêgo (PB) Não
Jarbas Vasconcelos (PE) Sim
Kaio Maniçoba (PE) Sim
Cícero Almeida (AL) Não
Lucio Vieira Lima (BA) Sim
Fábio Ramalho (MG) Sim
Leonardo Quintão (MG) Sim
Mauro Lopes (MG) Sim
Newton Cardoso Jr (MG) Sim
Rodrigo Pacheco (MG) Sim
Saraiva Felipe (MG) Sim
Lelo Coimbra (ES) Sim
Alexandre Serfiotis (RJ) Sim
Altineu Côrtes (RJ) Sim
Celso Jacob (RJ) Sim
Celso Pansera (RJ) Não
Laura Carneiro (RJ) Sim
Pedro Paulo (RJ) Sim
Sergio Zveiter (RJ) Sim
Soraya Santos (RJ) Sim
Wilson Beserra (RJ) Sim
Zé Augusto Nalin (RJ) Não
Baleia Rossi (SP) Sim
Carlos Bezerra (MT) Sim
Valtenir Pereira (MT) Sim
Daniel Vilela (GO) Sim
Pedro Chaves (GO) Sim
Carlos Marun (MS) Sim
João Arruda (PR) Sim
Rocha Loures (PR) Sim
Sergio Souza (PR) Sim
Celso Maldaner (SC) Sim
Mauro Mariani (SC) Sim
Rogério Peninha Mendonça (SC) Sim
Ronaldo Benedet (SC) Sim
Valdir Colatto (SC) Sim
Alceu Moreira (RS) Sim
Darcísio Perondi (RS) Sim
Jones Martins (RS) Sim
José Fogaça (RS) Não
Mauro Pereira (RS) Sim

PP

Hiran Gonçalves (RR) Sim
André Abdon (AP) Sim
Beto Salame (PA) Não
Conceição Sampaio (AM) Não
Lázaro Botelho (TO) Sim
André Fufuca (MA) Sim
Waldir Maranhão (MA) Sim
Adail Carneiro (CE) Sim
Iracema Portella (PI) Sim
Maia Filho (PI) Sim
Beto Rosado (RN) Sim
Aguinaldo Ribeiro (PB) Sim
Eduardo da Fonte (PE) Não
Fernando Monteiro (PE) Sim
Arthur Lira (AL) Sim
Cacá Leão (BA) Sim
Mário Negromonte Jr. (BA) Sim
Roberto Britto (BA) Sim
Ronaldo Carletto (BA) Sim
Dimas Fabiano (MG) Não
Franklin Lima (MG) Sim
Luiz Fernando Faria (MG) Sim
Renato Andrade (MG) Não
Renzo Braz (MG) Sim
Toninho Pinheiro (MG) Sim
Marcus Vicente (ES) Sim
Julio Lopes (RJ) Sim
Simão Sessim (RJ) Sim
Fausto Pinato (SP) Sim
Paulo Maluf (SP) Sim
Ricardo Izar (SP) Sim
Ezequiel Fonseca (MT) Sim
Rôney Nemer (DF) Não
Roberto Balestra (GO) Sim
Dilceu Sperafico (PR) Sim
Nelson Meurer (PR) Sim
Esperidião Amin (SC) Não
Jorge Boeira (SC) Não
Afonso Hamm (RS) Não
Covatti Filho (RS) Sim
Jerônimo Goergen (RS) Sim
Luis Carlos Heinze (RS) Sim
Renato Molling (RS) Sim

PPS

Arnaldo Jordy (PA) Não
Eliziane Gama (MA) Não
Arthur Oliveira Maia (BA) Sim
Luzia Ferreira (MG) Sim
Alex Manente (SP) Sim
Pollyana Gama (SP) Sim
Marcos Abrão (GO) Sim
Rubens Bueno (PR) Sim
Carmen Zanotto (SC) Não

PR

Edio Lopes (RR) Sim
Remídio Monai (RR) Sim
Vinicius Gurgel (AP) Sim
Lúcio Vale (PA) Sim
Alfredo Nascimento (AM) Sim
Luiz Cláudio (RO) Sim
Vicentinho Júnior (TO) Sim
Cabo Sabino (CE) Não
Gorete Pereira (CE) Sim
Silas Freire (PI) Sim
Zenaide Maia (RN) Não
Adelson Barreto (SE) Não
João Carlos Bacelar (BA) Sim
José Carlos Araújo (BA) Sim
José Rocha (BA) Sim
Aelton Freitas (MG) Sim
Bilac Pinto (MG) Sim
Brunny (MG) Sim
Delegado Edson Moreira (MG) Sim
Marcelo Álvaro Antônio (MG) Não
Marcelo Delaroli (RJ) Sim
Paulo Feijó (RJ) Sim
Capitão Augusto (SP) Sim
Marcio Alvino (SP) Sim
Miguel Lombardi (SP) Sim
Milton Monti (SP) Sim
Tiririca (SP) Não
Laerte Bessa (DF) Sim
Delegado Waldir (GO) Não
Magda Mofatto (GO) Sim
Christiane de Souza Yared (PR) Não
Giacobo (PR) Sim
Luiz Nishimori (PR) Sim
Jorginho Mello (SC) Sim
Cajar Nardes (RS) Sim

PRB

Silas Câmara (AM) Sim
Lindomar Garçon (RO) Sim
Alan Rick (AC) Sim
César Halum (TO) Sim
Cleber Verde (MA) Sim
Ronaldo Martins (CE) Não
Jony Marcos (SE) Não
Márcio Marinho (BA) Sim
Pastor Luciano Braga (BA) Sim
Lincoln Portela (MG) Não
Dejorge Patrício (RJ) Não
Rosangela Gomes (RJ) Sim
Antonio Bulhões (SP) Sim
Beto Mansur (SP) Sim
Celso Russomanno (SP) Sim
Marcelo Squassoni (SP) Sim
Roberto Alves (SP) Sim
Vinicius Carvalho (SP) Sim
Carlos Gomes (RS) Sim

PROS

Odorico Monteiro (CE) Não
Eros Biondini (MG) Não
Felipe Bornier (RJ) Não
Ronaldo Fonseca (DF) Não
Toninho Wandscheer (PR) Sim

PRP

Nivaldo Albuquerque (AL) Sim

PSB

Maria Helena (RR) Sim
Janete Capiberibe (AP) Não
José Reinaldo (MA) Sim
Luana Costa (MA) Não
Danilo Forte (CE) Sim
Átila Lira (PI) Sim
Heráclito Fortes (PI) Sim
Rodrigo Martins (PI) Sim
Rafael Motta (RN) Não
Danilo Cabral (PE) Não
Fernando Coelho Filho (PE) Sim
Gonzaga Patriota (PE) Não
João Fernando Coutinho (PE) Sim
Marinaldo Rosendo (PE) Sim
Tadeu Alencar (PE) Não
JHC (AL) Não
Valadares Filho (SE) Não
Bebeto (BA) Não
Júlio Delgado (MG) Não
Tenente Lúcio (MG) Sim
Paulo Foletto (ES) Sim
Flavinho (SP) Não
Keiko Ota (SP) Não
Luiz Lauro Filho (SP) Sim
Fabio Garcia (MT) Sim
Tereza Cristina (MS) Sim
Leopoldo Meyer (PR) Não
Luciano Ducci (PR) Não
Heitor Schuch (RS) Não
Jose Stédile (RS) Não

PSC

Júlia Marinho (PA) Não
Andre Moura (SE) Sim
Irmão Lazaro (BA) Não
Arolde de Oliveira (RJ) Sim
Jair Bolsonaro (RJ) Sim
Eduardo Bolsonaro (SP) Sim
Gilberto Nascimento (SP) Sim
Pastor Marco Feliciano (SP) Sim
Professor Victório Galli (MT) Sim
Pastor Takayama (PR) Sim

PSD

Marcos Reategui (AP) Sim
Delegado Éder Mauro (PA) Sim
Joaquim Passarinho (PA) Sim
Átila Lins (AM) Sim
Expedito Netto (RO) Não
Irajá Abreu (TO) Sim
Victor Mendes (MA) Sim
Domingos Neto (CE) Sim
Júlio Cesar (PI) Sim
Fábio Faria (RN) Sim
Rômulo Gouveia (PB) Sim
André de Paula (PE) Sim
Fábio Mitidieri (SE) Não
Antonio Brito (BA) Não
José Nunes (BA) Não
Paulo Magalhães (BA) Sim
Jaime Martins (MG) Sim
Marcos Montes (MG) Sim
Raquel Muniz (MG) Sim
Stefano Aguiar (MG) Não
Goulart (SP) Sim
Herculano Passos (SP) Sim
Jefferson Campos (SP) Sim
Walter Ihoshi (SP) Sim
Rogério Rosso (DF) Sim
Heuler Cruvinel (GO) Sim
Thiago Peixoto (GO) Sim
Edmar Arruda (PR) Sim
Evandro Roman (PR) Sim
Reinhold Stephanes (PR) Sim
Sandro Alex (PR) Sim
João Paulo Kleinübing (SC) Sim
João Rodrigues (SC) Sim
Danrlei de Deus Hinterholz (RS) Sim

PSDB

Shéridan (RR) Sim
Nilson Pinto (PA) Sim
Arthur Virgílio Bisneto (AM) Sim
Mariana Carvalho (RO) Sim
Raimundo Gomes de Matos (CE) Sim
Rogério Marinho (RN) Sim
Pedro Cunha Lima (PB) Sim
Betinho Gomes (PE) Sim
Bruno Araújo (PE) Sim
Daniel Coelho (PE) Sim
Pedro Vilela (AL) Sim
Jutahy Junior (BA) Sim
Caio Narcio (MG) Sim
Domingos Sávio (MG) Sim
Eduardo Barbosa (MG) Sim
Marcus Pestana (MG) Sim
Paulo Abi-Ackel (MG) Sim
Rodrigo de Castro (MG) Sim
Otavio Leite (RJ) Sim
Adérmis Marini (SP) Sim
Bruna Furlan (SP) Sim
Carlos Sampaio (SP) Sim
Eduardo Cury (SP) Sim
Izaque Silva (SP) Sim
João Paulo Papa (SP) Sim
Lobbe Neto (SP) Sim
Mara Gabrilli (SP) Sim
Miguel Haddad (SP) Sim
Ricardo Tripoli (SP) Sim
Silvio Torres (SP) Sim
Vanderlei Macris (SP) Sim
Vitor Lippi (SP) Sim
Nilson Leitão (MT) Sim
Izalci Lucas (DF) Sim
Célio Silveira (GO) Sim
Fábio Sousa (GO) Sim
Giuseppe Vecci (GO) Sim
Elizeu Dionizio (MS) Sim
Geraldo Resende (MS) Sim
Luiz Carlos Hauly (PR) Sim
Nelson Padovani (PR) Sim
Geovania de Sá (SC) Não
Marco Tebaldi (SC) Sim
Yeda Crusius (RS) Sim

PSL

Dâmina Pereira MG Não
Alfredo Kaefer (PR) Sim

PSOL

Edmilson Rodrigues (PA) Não
Chico Alencar (RJ) Não
Glauber Braga (RJ) Não
Jean Wyllys (RJ) Não
Ivan Valente (SP) Não
Luiza Erundina (SP) Não

PT

Beto Faro (PA) Não
Zé Geraldo (PA) Não
Angelim (AC) Não
Leo de Brito (AC) Não
Zé Carlos (MA) Não
José Airton Cirilo (CE) Não
José Guimarães (CE) Não
Luizianne Lins (CE) Não
Assis Carvalho (PI) Não
Luiz Couto (PB) Não
Paulão (AL) Não
João Daniel (SE) Não
Afonso Florence (BA) Não
Caetano (BA) Não
Jorge Solla (BA) Não
Nelson Pellegrino (BA) Não
Robinson Almeida (BA) Não
Valmir Assunção (BA) Não
Waldenor Pereira (BA) Não
Adelmo Carneiro Leão (MG) Não
Leonardo Monteiro (MG) Não
Margarida Salomão (MG) Não
Padre João (MG) Não
Patrus Ananias (MG) Não
Reginaldo Lopes (MG) Não
Givaldo Vieira (ES) Não
Helder Salomão (ES) Não
Benedita da Silva (RJ) Não
Chico D´Angelo (RJ) Não
Luiz Sérgio (RJ) Não
Wadih Damous (RJ) Não
Ana Perugini (SP) Não
Andres Sanchez (SP) Não
Arlindo Chinaglia (SP) Não
Carlos Zarattini (SP) Não
José Mentor (SP) Não
Nilto Tatto (SP) Não
Paulo Teixeira (SP) Não
Valmir Prascidelli (SP) Não
Vicente Candido (SP) Não
Vicentinho (SP) Não
Ságuas Moraes (MT) Não
Erika Kokay (DF) Não
Rubens Otoni (GO) Não
Vander Loubet (MS) Não
Zeca do PT (MS) Não
Enio Verri (PR) Não
Décio Lima (SC) Não
Pedro Uczai (SC) Não
Bohn Gass (RS) Não
Henrique Fontana (RS) Não
Marco Maia (RS) Não
Marcon (RS) Não
Maria do Rosário (RS) Não
Paulo Pimenta (RS) Não
Pepe Vargas (RS) Não

PTB

Josué Bengtson (PA) Sim
Sabino Castelo Branco (AM) Não
Nilton Capixaba (RO) Sim
Pedro Fernandes (MA) Sim
Paes Landim (PI) Sim
Wilson Filho (PB) Sim
Adalberto Cavalcanti (PE) Sim
Jorge Côrte Real (PE) Sim
Benito Gama (BA) Sim
Cristiane Brasil (RJ) Sim
Deley (RJ) Não
Arnaldo Faria de Sá (SP) Não
Nelson Marquezelli (SP) Sim
Jovair Arantes (GO) Sim
Alex Canziani (PR) Sim
Ronaldo Nogueira (RS) Sim
Sérgio Moraes (RS) Não

PTdoB

Silvio Costa (PE) Não
Rosinha da Adefal (AL) Não
Luis Tibé (MG) Sim
Cabo Daciolo (RJ) Não

PTN

Jozi Araújo (AP) Sim
Francisco Chapadinha (PA) Sim
Carlos Henrique Gaguim (TO) Sim
Aluisio Mendes (MA) Sim
Antônio Jácome (RN) Não
Ricardo Teobaldo (PE) Sim
Bacelar (BA) Não
Ademir Camilo (MG) Não
Luiz Carlos Ramos (RJ) Não
Dr. Sinval Malheiros (SP) Não
Renata Abreu (SP) Sim
Alexandre Baldy (GO) Sim

PV

Uldurico Junior (BA) Não
Evair Vieira de Melo (ES) Sim
Antonio Carlos Mendes Thame (SP) Sim
Evandro Gussi (SP) Sim
Roberto de Lucena (SP) Não
Leandre (PR) Sim

Rede Sustentabilidade

Alessandro Molon (RJ) Não
Miro Teixeira (RJ) Não
Aliel Machado (PR) Não
João Derly (RS) Não

Solidariede

Wladimir Costa PA Sim
Benjamin Maranhão PB Sim
Augusto Coutinho (PE) Sim
Laercio Oliveira (SE) Sim
Laudivio Carvalho (MG) Não
Zé Silva (MG) Não
Carlos Manato (ES) Não
Aureo (RJ) Não
Major Olimpio (SP) Não
Paulo Pereira da Silva (SP) Não
Augusto Carvalho (DF) Não
Lucas Vergilio (GO) Sim
Delegado Francischini (PR) Não

Presidente muçulmano promete reconstruir a maior igreja do Egito

O presidente egípcio Abdel Fattah al-Sisi prometeu reconstruir a maior igreja do Egito. Após um anúncio público, ele explicou que destinará um fundo de 100.000 libras egípcias [R$ 16 mil] para o projeto, que irá incluir a reconstrução do templo onde ocorreu o atentado no final do ano passado.

Sisi estava ao lado do Patriarca Tawadros II – líder da igreja copta – na Catedral Ortodoxa Copta do Cairo, quando reiterou seu compromisso de reconstruir igrejas destruídas ou danificadas por radicais islâmicos.

Trata-se de uma promessa antiga, uma vez que já havia falado sobre reconstruir os templos cristãos vandalizados durante os motins de 2013. Quando o ex-presidente Mohammed Morsi, ligado à Irmandade Muçulmana, foi deposto, muitos extremistas culparam os cristãos.

A postura de al-Sisi é um alívio para os cristãos egípcios que vem enfrentando uma onda de violência e perseguição desde o fim da chamada Primavera Árabe, em 2011. Diversos ataques ocorreram desde então, mas o que obteve mais repercussão foi a decapitação de 21 cristãos coptas pelo Estado Islâmico, em fevereiro de 2015.

O Egito tem uma população estimada em 9 milhões de cristãos. A grande maioria são os ortodoxos coptas. Após um homem-bomba ter matado 27 pessoas em um atentado na capela adjacente à maior igreja do país, o patriarca Tawadros II chamou o ataque “não apenas um desastre para a igreja, mas um desastre para toda a nação”.

Ateu, artista judeu se converte ao Evangelho após ler a Bíblia e reconhecer o Messias em Jesus

“A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos”. Essa verdade bíblica, presente em Tiago 5:16, não é sinônimo de resposta de oração conforme o desejo de quem pede, segundo o evangelista Billy Graham.

Graham, 98 anos, se dedica a escrever artigos em resposta a perguntas enviadas a ele através do site da Associação Evangelística que leva seu nome. E recentemente, um leitor o escreveu dizendo que fica “chateado quando Deus não responde às orações do jeito que eu penso que Ele deveria fazer”, e acrescentou: “Ele está me punindo por algo que eu fiz, quando se recusa a responder às minhas orações?”.

A experiência de Billy Graham, ministro do Evangelho há decadas, fica evidente na resposta, que sugere ao leitor um olhar mais abrangente da situação, observando que servimos a Deus pelo que Ele é, e não por aquilo que pode fazer.

“Se nos recusamos a nos arrepender de nossos pecados e buscarmos o perdão de Deus pelo que fizemos de errado, por que deveríamos esperar que Deus respondesse às nossas orações? Na verdade, se fazemos desta forma, estamos O tratando com desprezo, e não estamos buscando honestamente a Sua vontade enquanto oramos. A Bíblia diz: ‘Os vossos pecados encobrem o Seu rosto de vós, para que não vos ouça’. (Isaías 59:2b)”.

Sob outro ponto de vista, Graham disse que achar uma forma equilibrada de enxergar a dinâmica do relacionamento com Deus, sempre se submetendo a um autoexame para manter-se longe do erro.

“Isso significa que precisamos ser perfeitos antes que Deus responda às nossas orações? Não. Afinal, ninguém é perfeito. Mas isso significa que devemos examinar nossas vidas e ter certeza de que não estamos nos apegando aos nossos pecados, mas sim nos voltando para Jesus Cristo, buscando o perdão que precisamos”, disse.

“Você abriu seu coração e vida para Ele? Caso não o tenha feito, a sua primeira oração precisa ser pedindo a Cristo para entrar em sua vida como seu Salvador e Senhor”, acrescentou, demonstrando que mesmo com a idade avançada, não perdeu o tino para o evangelismo.

O evangelista salientou que aceitar a Jesus não é garantia de desejo realizado, pois Deus responde as orações da forma que Ele, em sua onisciência, entende que será melhor. “Será que Deus então responderá todas as suas orações exatamente do jeito que você quer? Não. Ele não vai fazer assim. Deus sabe o que é melhor para você e, em vez de ‘sim’, às vezes Sua resposta é ‘não’ ou ‘espere’. Podemos não gostar disso, porém mais tarde perceberemos que Ele estava certo e nós é que estávamos errados”.

Por fim, Graham explicou que a decisão de Deus é sempre perfeita porque Ele é eterno, e conhece o futuro: “Lembre-se: nós conseguimos ver apenas parte do quadro, mas Deus vê tudo. E porque Ele nos ama, podemos confiar que Ele sempre responderá às nossas orações de acordo com o que Ele sabe que é melhor para nós. Mesmo quando Ele diz ‘não’. As palavras da Bíblia são verdadeiras: ‘O caminho de Deus é perfeito; a palavra do Senhor é provada; é um escudo para todos os que n’Ele confiam’. (Salmo 18:30)”.

Tatá Werneck veta piadas com religião: “É preciso ter um limite”

Fazer piadas sobre religião é cada vez mais comum entre os humoristas da atualidade. Tatá Werneck parece querer trilhar um caminho diferente em seu novo programa, o talk-show Lady Night, no Multishow, que estreia no próximo dia 10.

A atriz conhecida pelo humor subversivo e sem limites, mudou de atitude na hora de entrevistar padre Fábio de Melo. Segundo informações da coluna “Sem Intervalo”, do jornal Estadão, Tatá vetou piadas com religião no Lady Night.

A equipe da atração havia sugerido uma sequência de brincadeiras, mas Tatá não autorizou: uma disputa de oração entre o convidado e outro religioso, uma batalha de rap de Salmos da Bíblia, e a instalação de um confessionário no palco.

“É preciso ter um limite. Sempre fui muito religiosa e não gosto de brincar com religião”, comentou Werneck à coluna.

A religião e o humor

O programa Na Moral da TV Globo, exibido em setembro de 2013, levou quatro humoristas para comentarem sobre os limites da piada. Participaram do programa os humoristas Bruno Mazzeo, Gregório Duvivier, Helio de La Peña e Renato Aragão.

Quando o apresentador Pedro Bial mostrou um vídeo do canal Porta dos Fundos sobre religião, o eterno Didi, de Os Trapalhões, disse ser contra fazer piadas de religião e a discussão esquentou.

“Não precisa usar a religião para fazer humor. Eu acho que até agride, coisa que agride é você criticar uma religião, muçulmana, católica, evangélica, tudo”, disse Renato Aragão.

Gregório Duvivier, do Porta dos Fundos, discordou e afirmou sua posição como ateu dizendo que “não existe um sagrado absoluto”. “Olha só, eu acho que é engraçado a gente desmistificar. O meu Deus não é o Deus de outras pessoas. Não existe um sagrado absoluto.”

Meta de satanás é que cristãos creiam que ele não existe, alerta evangelista Billy Graham

A sutileza nas ações do diabo deve preocupar os cristãos e mante-los alerta, para que não sejam desviados do propósito de Deus. Esse conselho foi reiterado pelo evangelista Billy Graham em um artigo recente.

De acordo com o veterano líder cristão, “o principal objetivo de satanás é impedir os planos de Deus de todas as maneiras possíveis”. O assunto foi abordado quando um leitor do site da Associação Evangelística Billy Graham o questionou sobre o motivo de as igrejas não falarem mais sobre o inimigo.

“Sejam sóbrios e vigiem. O diabo, o inimigo de vocês, anda ao redor como leão, rugindo e procurando a quem possa devorar”, afirmou Graham, parafraseando I Pedro 5: 8. “Embora jamais devêssemos fazer do diabo o foco de nossa atenção (pois só Cristo é digno dessa honra), precisamos estar atentos a seus planos e protegidos contra seus ataques”, frisou.

O experiente evangelista também afirmou que, às vezes, os ataques de satanás são evidentes e espalhafatosos, mas na maioria das vezes, ele atua de maneira sutil e oculta, com o intento de afastar as pessoas de Jesus. “Quando o Diabo mente, fala a sua própria língua, pois é mentiroso e pai da mentira (João 8:44)”.

“Se você achar que o Diabo não existe, logo baixará a guarda e deixará de se precaver contra seus ataques”, aconselhou, acrescentando que as ciladas se tornam mais efetivas nessas situações.

Existe, sim.

A menção de Graham ao descrédito que as pessoas têm em relação a satanás é porque muitos cristãos contemporâneos não levam a sério as palavras bíblicas a respeito do mundo espiritual, e chegam ao ponto de não crer na existência de satanás.

Uma pesquisa do Instituto Gallup realizada em 2016 mostrou que somente 61% dos americanos acreditam que satanás é um ser real. No Brasil, o estudo sobre o tema mais recente foi realizado pelo Datafolha, há dez anos, e 75% dos entrevistados criam na existência do anjo caído.

Líderes cristãos se mobilizam para aconselhar pais sobre como reagir ao jogo da Baleia Azul

A nova fonte de preocupação para pais com filhos adolescentes chama-se Desafio da Baleia Azul. O jogo, que conduz os participantes ao suicídio, tornou-se febre entre adolescentes e ligou a luz de alerta em líderes cristãos.

O pastor Renato Vargens, escritor, blogueiro e líder da Igreja Cristã da Aliança, publicou um artigo sobre o assunto e chamou a atenção para a responsabilidade dos pais nos relacionamentos de seus filhos adolescentes, e o que fazem nas horas vagas.

Vargens observa que “no jogo há desde tarefas simples, como desenhar uma baleia num papel, até outras muito mais mórbidas, como cortar os lábios, furar a palma da mão ou desenhar no braço com uma lâmina uma baleia”, e acrescenta que “o desafio mais macabro deste maldito jogo é sempre o mesmo: suicídio”.

“Apesar de não generalizar, sou tomado pela convicção que boa parte dos adolescentes que aceitam participar do jogo da baleia azul, o fazem por se sentirem deprimidos, o que em parte se deve a ausência de pais e mães”, explicou Vargens, que destacou a dedicação dos pais ao trabalho como um fator de ausência na vida dos filhos.

Quantos adolescentes que mesmo vivendo com seus pais, não recebem por parte destes atenção carinho, amor e disciplina? Eu particularmente tenho visto inúmeros adolescentes deprimidos, angustiados, sem ânimo algum pelo fato inequívoco de terem sido abandonados em vida por seus pais”, lamentou.

Para contribuir de forma efetiva na resolução do problema, o pastor elaborou uma lista de conselhos para que, através do relacionamento, pais de adolescentes possam prevenir que seus filhos fiquem expostos às insanidades do mundo contemporâneo. Confira:

Ame seu filho e lembre-se que amor se mostra através de atitudes;
Dedique tempo ao seu filho. Seja presente, priorize ele, vá ao cinema, ao estádio de futebol, a um parque e gaste tempo em comunhão e relacionamento pessoal;
Seja o melhor amigo de seu filho;
Se perceber que ele está se isolando dos amigos, da família, com um comportamento marcado pela tristeza, tente conversar com ele e se necessário for procure ajuda profissional;
Procure ver com quem ele está se relacionando na escola, na internet ou em outro ciclo de relacionamento qualquer;
Ore com e por ele.

Demônio diz na Universal que tirou a Record da TV paga para o povo assistir novelas da Globo

A Record TV, o SBT e a RedeTV! estão em pé de guerra com as operadoras de televisão por assinatura, por discordarem dos valores repassados a elas em troca da programação. Como não houve acordo, as três emissoras deixaram de fazer parte da grade. No entanto, segundo o diabo, essa seria uma estratégia dele para levar as pessoas à Globo.

Um áudio de uma “entrevista” de um pastor da Igreja Universal do Reino de Deus com um demônio durante uma das reuniões da denominação foi publicado recentemente pelo jornalista Daniel Castro, com o que seria uma conspiração diabólica para derrubar a audiência das novelas bíblicas da Record.

“Esses canais de TV por assinatura, Sky, Claro HDTV, Net, eles não querem pagar a Record, o SBT e a RedeTV!. Aí, todo mundo fica pensando que é coisa normal […] Quantas pessoas se entregaram a Jesus depois do filme Os Dez Mandamentos? Quantas pessoas voltaram para a igreja depois das novelas bíblicas que estão passando na Record?”, diz o pastor, questionando os fiéis.

As três emissoras do imbróglio fundaram uma joint venture, empresa criada com o propósito de cumprir uma função específica, chamada Simba, para forçar as operadoras de TV por assinatura a pagarem valores maiores pelo sinal das três, assim como negociar contratos de propaganda mais vantajosos, e fazer frente à Globo.

Mas, na Universal, a questão comercial ganhou ares de estratégia diabólica para espantar o público da mensagem presente nas novelas bíblicas da Record, como O Rico e Lázaro, atualmente no ar, e levar a audiência para a TV Globo, que exibe novelas permeadas de homossexualidade, violência, promiscuidade sexual e ganância.

No culto, o pastor interroga o espírito que estaria possuindo o corpo de um frequentador e, a certa altura, o demônio “entrega” o propósito do plano que retirou a emissora do bispo Edir Macedo do ar nas operadoras por assinatura: “Muitos vão pra Globo, muitos vão pra novela da Globo, ahahahaha”, diz o espírito maligno.

Ouça:

Pastor Paulo Junior critica influência da sociedade nas igrejas: “Está cheio de evangélico meio boiolinha”

O pastor Paulo Junior vem alcançando notoriedade entre os evangélicos por suas posturas contundentes e declarações chamativas. E mais uma vez, o líder da igreja Aliança do Calvário atraiu atenção ao dizer que os homens evangélicos precisam se portar como machos.

O sermão do pastor abordou a influência da cultura secular entre os homens cristãos, e sem meias palavras, afirmou que está cheio de evangélico “meio boiolinha” nas igrejas, algo que, segundo ele, é resultado direto da ação do diabo.

“Eu quero dizer uma coisa para vocês, jovens: está tendo uma deficiência mundial, principalmente nacional, de homens. Essa geração não produz homens. Essa cultura, esse governo, está desmasculinizando os homens, está efeminando os homens. Veja a cultura, a moda. Como os homens têm se vestido? Como moças, como gays”, afirmou o pastor.

“Jovem, […] você precisa ter porte varonil. Essa sociedade está efeminando os homens. Está tirando a voz ativa dos homens, fazendo-os ser diminuídos. Deus fez macho e fêmea. Fez o homem para ter macheza – não estou dizendo machismo -, virilidade, robustez, liderança. Os homens estão perdendo a voz ativa na sociedade, na família”, acrescentou.

Paulo Junior destacou que é preciso orientar os jovens cristãos do sexo masculino a cumprirem esse papel, e exigir que eles compreendam que tudo fora desse contexto não é a vontade de Deus.

“Os homens estão se vestindo como mulheres, estão falando como mulheres… A explosão do homossexualismo… É um país, uma geração, que promove o homossexualismo. E Deus está dizendo para vocês: ‘Virem homens, se vistam como homens, se portem como homens, falem como homens’”, alertou.

A cultura, novamente, foi destacada pelo pastor, como o veículo que impõe as influências sociais aos jovens cristãos, e frisou que a forma como os homens têm se vestido, mesmo dentro das igrejas, é efeminada.

+ Paulo Junior e Silas Malafaia trocam farpas após acusações mútuas nas redes sociais

“O vetor que guia vocês não é a ciência, não são as artes, não é o cinema, não é a cultura. A cultura é caída. Quem faz a roupa que você está vestindo aí são gays, lésbicas, homossexuais, ocultistas, ateus. E eles, os estilistas, fazem a moda para efeminar você. Calça apertadinha na canela com o cofrinho de fora. Coisa do diabo”, disparou.

Ateu, historiador alega que Jesus não existiu e diz ter 10 pontos que provam que Ele foi um mito

Às vésperas do feriado da Páscoa, o mais significativo para a cristandade, foi lançado no Brasil o livro de um escritor ateu, apóstata do Evangelho, que alega que Jesus Cristo nunca existiu e que a Bíblia mostra pistas disso.

David Fitzgerald, historiador e ativista ateu, é um norte-americano que foi cristão protestante mas perdeu a fé, e usou teorias de supostas contradições nos Evangelhos de Mateus, Marcos Lucas e João para criar uma lista de “mitos”.

O livro Nailed: Dez Mitos Cristãos Que Mostram Que Jesus Nunca Sequer Existiu foi lançado em formato e-book. O termo “nailed” é uma expressão em inglês que, na interpretação literal, significa “pregado”, mas é comumente usado como uma expressão para enigmas ou problemas solucionados.

De acordo com informações do jornal Folha de S. Paulo, Fitzgerald ignora o consenso entre os estudiosos atuais quando argumenta que nenhum historiador da época de Jesus obteve informações independentes sobre ele.

A explicação que se dá – e que o ateu desconsidera no livro – é que, no início, o cristianismo não tinha volume social que motivasse um historiador tradicional a documentá-lo.

Outro ponto que os pesquisadores modernos concordam é que as poucas menções a Cristo em textos não cristãos teriam sido forjadas ou derivadas dos próprios seguidores do cristianismo, o que colocaria sua confiabilidade em suspeita grave. E Fitzgerald também ignora isso para criar sua lista.

Flávio Josefo, considerado o mais importante historiador contemporâneo a Jesus, nascido em 37 d. C. e morto 43 anos depois, era judeu e deixou obras com duas citações a Jesus. Uma delas, mais abrangente, sofreu adulterações por copistas (espécie de bibliotecários que produziam cópias manuais dos textos).

As adulterações do trabalho de Josefo tinham como objetivo dar a entender que o historiador judeu via Jesus como o Messias, mas a maioria dos historiadores salienta que, por trás da passagem alterada, é possível restaurar uma versão original que também falava de Jesus.

No entanto, Fitzgerald alega que essa obra de Josefo não existiu e que seria completamente fictícia, inventada. Sobre a primeira, e menor, referência do historiador, ele sugere que os copistas cristãos também teriam inventado o trecho em que se fala de Tiago, “irmão de Jesus, chamado Cristo”.

Paulo

Em outro ponto, o escritor ateu diz que o relativo silêncio do apóstolo dos gentios, Paulo, em relação a Jesus em suas cartas escritas entre os anos 40 e 60 do primeiro século, é algo que seria prova da não existência de Jesus.

Em suas cartas, Paulo menciona pouquíssimas vezes a vida de Jesus e seus ensinamentos, e para Fitzgerald, essa é uma indicação de que o Cristo no qual ele cria seria uma figura cósmica, celestial, e que sua convicção havia surgido de sua experiência mística a caminho de Damasco e do estudo da Torá.

Sobre a afirmação de Paulo sobre o Jesus “nascido de mulher [e da] estirpe de Davi segundo a carne”, o escritor ateu lança uma tese conspiratória que se baseia em especulações.

“Por que Paulo precisa mencionar isso, afinal? Você só precisa dar esse tipo de detalhe se estiver falando de um semideus. Além do mais, nesses dois casos, ele usa a palavra grega ‘guenômenos’, que não quer dizer ‘nascido’, mas algo como ‘feito’. Em suas cartas, Paulo nunca usa essa palavra para se referir a um nascimento humano normal. O uso desse termo incomodou tanto os antigos cristãos que há manuscritos nos quais ele foi trocado pela palavra que normalmente significa ‘nascido’”, argumenta.

Constrangimento

No estudo da história há um critério chamado “constrangimento”, que propõe que ninguém em sã consciência inventaria informações potencialmente constrangedoras sobre a origem e trajetória de uma figura admirada. Quando há referências ou informações que se encaixam nesse perfil, os estudiosos consideram razoável admitir que aquilo realmente aconteceu.

Nesse contexto, há fatos “constrangedores” sobre Jesus, como seu nascimento em Nazaré, uma cidade insignificante à época; seu batismo por João Batista, alguém visto com reservas pela sociedade; e sua morte na cruz, uma punição que era reservada a criminosos e subversivos sem prestígio social nenhum. No critério do “constrangimento”, os historiadores acreditam que tais fatos são reais.

O ateu Fitzgerald, novamente, vai contra o consenso entre os maiores especialistas e afirma que tais dados foram sim inventados no Evangelho de Marcos.

“Ao contrário de nós, Marcos claramente não se sentia constrangido em relação aos elementos de sua história. Tal como Paulo, ele achou todos os elementos de que precisava nas Escrituras hebraicas, e partir deles criou a alegoria do homem fiel que foi adotado por Deus em seu batismo e foi ressuscitado e exaltado por Deus por sua obediência”, conclui.

“Se Jesus conseguiu restaurar Pedro, também pode restaurar você”, diz pastor

“O discípulo corajoso que tinha prometido a Jesus que o seguiria em qualquer lugar se transformou em um covarde”. A afirmação feita pelo pastor e escritor J. Lee Grady em uma de seus artigos recentes se refere a Pedro, que acabou negando a Jesus quando se viu de alguma forma “em apuros” por ser um dos seguidores do Messias.

Em uma reflexão de Páscoa publicada pelo site ‘Charisma News’, Lee Grady expôs como o poder e a soberania de Deus se manifestaram através de Jesus na restauração de Pedro.

“Uma das partes mais tristes da história da Páscoa ocorreu na noite em que Jesus foi preso. Seu discípulo Pedro estava estressado até o ponto de ruptura e temeroso da multidão. Quando a criada do sumo sacerdote o acusou de ser um discípulo de Jesus, o seguidor negou-O”, contou.

“Quando a menina repetiu sua acusação a alguns espectadores, ele negou conhecer Jesus novamente. Quando outros o interrogaram, a Bíblia diz que Pedro ‘começou a invocar uma maldição sobre si mesmo e a jurar: Eu não conheço este homem de quem você fala’ (Marcos 14:71). O discípulo corajoso que tinha prometido a Jesus que o seguiria em qualquer lugar se transformou em um covarde. Ele cedeu sob a pressão”, acrescentou.

Lee Grady conta que a restauração completa de Pedro está relatada no Evangelho segundo João e comenta a possível reação de Pedro ao reencontrar seu mestre, ressurreto e pronto a perdoá-lo.

“Este poderia ter sido o fim para Pedro. Ele chorou amargamente e desapareceu. Nada mais é dito sobre ele nos Evangelhos de Mateus e Marcos. Lucas diz que Pedro foi ao sepulcro de Jesus e o encontrou vazio. João é o único Evangelho que explica como Pedro encontrou restauração completa após seu fracasso”, explicou.

“Pedro deve ter ficado curioso quando viu o almoço completo que Jesus preparou para os discípulos na praia. Como aquilo poderia acontecer? Jesus não estava nem franzindo a testa, não estava esperando para fazer uma severa repreensão ao seu discípulo. Ele não repreendeu Pedro nem se lembrou de sua negação covarde na noita da crucificação”, acrescentou. “Este incrível Salvador simplesmente convidou Pedro para sentar com ele e comer. Jesus queria estar com seu amigo”.