Pastor acredita que “avivamento final” está próximo de acontecer

O local é do tamanho de um ginásio esportivo, mas serve como local de reunião para cerca de 20 mil pessoas todos os domingos. Localizada na ilha de Yoido, região metropolitana de Seul, capital da Coréia do Sul, a Igreja do Evangelho Pleno é a maior igreja do mundo, contando com cerca de 800 mil membros, que se reúnem em células espalhadas pela região.

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Brasil volta a se juntar a países islâmicos contra Israel na ONU

A Organização das Nações Unidos para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco) aprovou nesta terça-feira (2) mais uma resolução contra Israel. O documento, aprovado na 221ª Sessão Oficial da entidade, retira a soberania dos judeus sobre a cidade de Jerusalém. O texto, votado em uma reunião em Paris, na França, foi aprovado por 22 países, entre eles o Brasil. Houve 10 votos contrários e 26 abstenções, indicando que o assunto não é consenso.

O texto da resolução foi apresentado pelas nações islâmicas Argélia, Egito, Libano, Marrocos, Omã, Qatar e Sudão, em apoio à Palestina. Afirmando que Jerusalém “é importante” para as três religiões monoteístas (judaísmo, cristianismo e islamismo) não poderia ficar sob domínio de somente um país ou religião.

Em linhas gerais, repete-se a resolução aprovada na última reunião, em outubro do ano passado, que visava condenar a atuação de Israel sobre Jerusalém e trata o monte do templo, incluindo o Muro das Lamentações como locais sagrados apenas do islamismo.

Ao negar a ligação histórica dos judeus com o local, as Nações Unidas ignoram toda a narrativa do Novo Testamento, ou pior, transforma Jesus em uma personalidade muçulmana, embora ele tenha estado em Jerusalém 700 anos antes do surgimento do Islã.

Em diversas ocasiões, pastores e líderes cristãos alertaram que essa postura traz maldição ao Brasil, pois viola um princípio bíblico. O pastor Paulo de Tarso Fernandes, da Igreja Apostólica Betlehem,  e porta-voz do Conselho Apostólico Brasileiro se pronunciou sobre o assunto.

“O Brasil tem sido passado pelo fogo, e os que nos governam estão sob juízo e recusam-se a se arrepender, buscando desculpa e escapes para sua total destruição. Talvez estejamos vendo diante dos nossos olhos que o coração dos governantes do Brasil estão endurecidos por Deus, como O Senhor fez com Faraó. Nos cabe, como voz de Deus nesta nação, continuar a falar sem esmorecer, porque não vamos nos calar”, diz ele em nota enviada ao portal Gospel Prime.

Na semana passada, antevendo uma nova decisão do Itamaraty contra Israel, a pastora Jane Silva, presidente da Comunidade Internacional Brasil e Israel, vinha pedindo uma mobilização de cristãos brasileiros em oração. Em carta aberta ao presidente da República, citou Gênesis 12:3, lembrando a ele que a promessa de Deus continua válida. O texto diz: “Abençoarei os que te abençoarem, amaldiçoarei aquele que te amaldiçoar”.

“O que mais me preocupa é o Brasil estar indo na contramão das Santas Escrituras”, destacou, questionando por que o atual governo segue os passos do PT e se alia aos muçulmanos para negar a existência do Templo. Para a pastora, “surpreendentemente, o Brasil, um dos maiores países cristãos do mundo, desde 2012 tem votado consistentemente a favor desta resolução absurda”.

Negação da história

O texto que foi colocado em votação hoje vinha sendo duramente criticado pelas autoridades israelenses, que previam o novo ataque à sua soberania. Eles alegam que o organismo das Nações Unidas está “politizado” e “nega a história”, nesta que é a enésima resolução sobre Jerusalém. O que mais chama atenção é que a decisão foi tomada no dia em que se comemora os 69 anos da independência de Israel.

Além dos Estados Unidos, os críticos mais contundentes da decisão são os italianos. O ministro das Relações Exteriores, Angelino Alfano, disparou: “A Unesco não pode virar a sede de um conflito ideológico permanente”. Com informações de Jewish Telegraphic Agency

Ministro do STF compara Zé Dirceu a Jesus Cristo

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) tomou uma decisão nesta terça-feira (25) que surpreendeu boa parte dos brasileiros. Acostumados a ver nos últimos meses uma série de criminosos “do colarinho branco” serem presos e condenados em meio as investigações da Lava Jato, hoje testemunharam uma drástica mudança quando viram o STF determinar a soltura do ex-ministro-chefe da Casa Civil José Dirceu.

Condenado pelo “mensalão” e posteriormente duas vezes pela Lava Jato, o petista está preso em Curitiba desde agosto de 2015.

A decisão dos magistrados foi por 3 votos a 2. Votaram a favor do habeas corpus os ministros Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes, enquanto o relator Edson Fachin e Celso de Mello votaram pela manutenção da prisão.

Em primeira instância, nas duas sentenças de Sérgio Moro, Dirceu foi condenado a mais de 30 anos de prisão por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa. O argumento do STF, é que a prisão definitiva só seria possível após a condenação em segunda instância, sendo que esse julgamento ainda não tem data para acontecer.

Embora o magistrado tenha reconhecido a gravidade dos crimes investigados na Lava Jato, Gilmar Mendes advertiu para o possível erro de juízes ao cederem à pressão popular, citando o jurista italiano Gabriel Zagrebelsky, critico à forma como o povo judeu condenou Jesus Cristo à morte.

Na argumentação de seu voto, o ministro comparou o caso de Zé Dirceu com o julgamento de Jesus, “que ficou em silêncio até o fim”. “Só o Filho de Deus pode ser manso como um cordeiro”, disse ele a seus pares

Rio autoriza Universal a construir templos em presídios

A Igreja Universal do Reino de Deus conseguiu autorização do governo do Rio para construir templos em todas as 43 unidades prisionais do Estado. Nesta segunda-feira (20) os dois primeiros foram inaugurados, um na Cadeia Pública Joaquim Ferreira e o outro no Instituto Penal Plácido de Sá Carvalho, ambos pertencem ao Complexo de Gericinó, em Bangu, Zona Oeste do Rio.

O governo declarou que não houve investimentos com verbas públicas nas edificações e afirmou que, mesmo sendo totalmente custeados pela Igreja Universal do Reino de Deus, os templos serão ecumênicos, “onde poderão acontecer cultos de outras igrejas evangélicas, católicas ou espiritualistas”.

A liberação para utilização dos espaços ficará sob responsabilidade do diretor de cada unidade prisional, conforme informou a Secretaria de Administração Pública (Seap).

O governador Luiz Fernando Pezão e o secretário estadual de Administração Penitenciária, Erir Ribeiro da Costa Filho, estiveram em reunião no dia 14 de fevereiro, com líderes da Igreja Universal para tratar da construção dos templos, que, segundo a Seap, “têm o objetivo de auxiliar no processo de ressocialização dos presos”.

Reforma Trabalhista é aprovada: saiba o que muda e como votaram os deputados da bancada evangélica

A Reforma Trabalhista proposta pelo governo do presidente Michel Temer (PMDB) teve sua segunda vitória na tramitação na Câmara dos Deputados, sendo aprovada no plenário por 296 votos contra 177 na última quarta-feira. Agora, o texto será analisado pelo Senado, e a tendência é que o resultado seja o mesmo.

Diferentemente da Reforma da Previdência, a reforma das leis trabalhistas não precisava de uma quantidade mínima de votos, desde que estivessem presentes ao menos 257 deputados na Casa e a maioria simples fosse favorável ao texto.

O texto aprovado sofreu apenas uma mudança em relação ao relatório que havia sido apresentado no dia anterior: fica proibido a penhora de bens de entidades filantrópicas e seus diretores para a quitação de despesas trabalhistas.

De acordo com informações do portal Uol, a “alma da reforma” foi preservada no texto: agora, os acordos entre empregado e empregador se sobrepõem ao previsto na legislação, seguindo a tendência das leis trabalhistas nos principais países do mundo, como os Estados Unidos, por exemplo.

Porém, esses acordos coletivos não podem interferir em questões como 13º salário, férias, licença-maternidade e seguro-desemprego. Um artigo específico de proteção contra a terceirização de trabalhadores CLT foi aprovado. As empresas terão que aguardar 18 meses antes de recontratar um funcionário demitido.

A ideia – que não estava prevista no projeto original e foi inserida pelo deputado Rogério Marinho (PSDB-RN) – é evitar que os trabalhadores sejam mandados embora para, em seguida, serem recontratados como terceirizados, com salário menor. A proteção contra a terceirização indiscriminada foi elogiada até pelos partidos de oposição ao governo.

Imposto sindical

Com a Reforma Trabalhista, os empregados não são mais obrigados a doar um dia de trabalho para os sindicados de suas categorias. Agora o trabalhador poderá decidir se quer ou não contribuir com o valor equivalente a um dia de sua remuneração.

O Solidariedade – partido que tem parlamentares com origem nos sindicados, como Paulinho da Força (SP) – tentou aprovar uma cláusula de transição para extinção da obrigatoriedade da contribuição sindical. A proposta era que, ao longo de três anos, essa contribuição caísse, sucessivamente, para 75% de um dia de trabalho no primeiro ano, 55% de um dia de trabalho no segundo ano e 35% no terceiro ano.

A partir do quarto ano, a contribuição obrigatória acabaria. Entretanto, a cláusula de transição foi rejeitada por 259 votos a 159. Assim, uma herança da época do presidente Getúlio Vargas deixa de existir na legislação trabalhista brasileira.

PJ

Será permitido às empresas negociar com os funcionários a mudança do regime de vínculo trabalhista com os empregados. Assim, os patrões poderão demitir funcionários contratados pela CLT e recontratá-los como autônomos, caso seja de comum acordo.

A mudança foi criticada pelo deputado André Figueiredo (PDT-CE): “Dessa forma, o trabalhador não tem mais direito a Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), a 13º e a nenhum direito trabalhista”.

A Câmara dos Deputados aprovou a chamada “regra do trabalho intermitente”, que permite que o funcionário ganhe de acordo com o tempo que trabalhar, conforme a necessidade da empresa, mesmo que seja para um trabalho de poucas horas.

Ao todo, 110 artigos da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) foram alterados, de acordo com o relator do projeto, Rogério Marinho. Confira abaixo, os dez principais pontos da Reforma Trabalhista:

-Convenções e acordos coletivos poderão se sobrepor às leis;
-Alguns direitos específicos não podem ser modificados por acordo, como: 13º salário, FGTS, licença-maternidade, seguro-desemprego;
-A jornada de trabalho pode ser negociada, mas sem ultrapassar os limites da Constituição;
-O tempo do intervalo, como o almoço, pode ser negociado, mas precisa ter no mínimo 30 minutos, se a jornada tiver mais do que seis horas;
-Os acordos coletivos podem trocar os dias dos feriados;
-As férias poderão ser divididas em até três períodos, mas nenhum deles pode ter menos do que cinco dias, e um deve ter 14 dias, no mínimo;
-O imposto sindical se torna opcional;
-A reforma define as regras para home office;
-Ex-funcionário não pode ser recontratado como terceirizado nos 18 meses após deixar a empresa;
-Gestantes e quem está amamentando poderão trabalhar em ambientes insalubres se isso for autorizado por um atestado médico. No caso das grávidas, isso só não será possível se a insalubridade for de grau máximo;

Confira como votaram os deputados federais, com destaque em negrito para os integrantes da bancada evangélica:

DEM

Abel Mesquita Jr. (RR) Sim
Hélio Leite (PA) Sim
Pauderney Avelino (AM) Sim
Marcos Rogério (RO) Sim
Professora Dorinha Seabra Rezende (TO) Sim
Juscelino Filho (MA) Sim
Vaidon Oliveira (CE) Sim
Felipe Maia (RN) Sim
Efraim Filho (PB) Sim
Mendonça Filho (PE) Sim
Claudio Cajado (BA) Sim
Elmar Nascimento (BA) Sim
José Carlos Aleluia (BA) Sim
Paulo Azi (BA) Sim
Carlos Melles (MG) Sim
Misael Varella (MG) Sim
Norma Ayub (ES) Sim
Francisco Floriano (RJ) Sim
Marcos Soares (RJ) Sim
Sóstenes Cavalcante (RJ) Sim
Alexandre Leite (SP) Sim
Eli Corrêa Filho (SP) Sim
Jorge Tadeu Mudalen (SP) Sim
Marcelo Aguiar (SP) Sim
Missionário José Olimpio (SP) Sim
Alberto Fraga (DF) Sim
Mandetta (MS) Sim
Osmar Bertoldi (PR) Sim
Onyx Lorenzoni (RS) Sim

PCdoB

Professora Marcivania (AP) Não
Rubens Pereira Júnior (MA) Não
Chico Lopes (CE) Não
Luciana Santos (PE) Não
Alice Portugal (BA) Não
Davidson Magalhães (BA) Não
Jô Moraes (MG) Não
Jandira Feghali (RJ) Não
Orlando Silva (SP) Não

PDT

Hissa Abrahão (AM) Não
Deoclides Macedo (MA) Não
Weverton Rocha (MA) Não
André Figueiredo (CE) Não
Leônidas Cristino (CE) Não
Carlos Eduardo Cadoca (PE) Sim
Wolney Queiroz (PE) Não
Ronaldo Lessa (AL) Não
Félix Mendonça Júnior (BA) Não
Subtenente Gonzaga (MG) Não
Sergio Vidigal (ES) Não
Flávia Morais (GO) Não
Dagoberto Nogueira (MS) Não
Assis do Couto (PR) Não
Afonso Motta (RS) Não
Pompeo de Mattos (RS) Não

PEN

Junior Marreca (MA) Sim
Erivelton Santana (BA) Sim
Walney Rocha (RJ) Não

PHS

Carlos Andrade (RR) Não
Pastor Eurico (PE) Não
Givaldo Carimbão (AL) Não
Marcelo Aro (MG) Sim
Dr. Jorge Silva (ES) Não
Marcelo Matos (RJ) Sim

PMB

Weliton Prado (MG) Não

PMDB

Cabuçu Borges (AP) Sim
Elcione Barbalho (PA) Sim
José Priante (PA) Sim
Simone Morgado (PA) Não
Lucio Mosquini (RO) Sim
Marinha Raupp (RO) Sim
Flaviano Melo (AC) Sim
Jéssica Sales (AC) Sim
Josi Nunes (TO) Sim
Alberto Filho (MA) Sim
Hildo Rocha (MA) Sim
João Marcelo Souza (MA) Sim
Aníbal Gomes (CE) Sim
Moses Rodrigues (CE) Sim
Vitor Valim (CE) Não
Marcelo Castro (PI) Sim
André Amaral (PB) Sim
Hugo Motta (PB) Sim
Veneziano Vital do Rêgo (PB) Não
Jarbas Vasconcelos (PE) Sim
Kaio Maniçoba (PE) Sim
Cícero Almeida (AL) Não
Lucio Vieira Lima (BA) Sim
Fábio Ramalho (MG) Sim
Leonardo Quintão (MG) Sim
Mauro Lopes (MG) Sim
Newton Cardoso Jr (MG) Sim
Rodrigo Pacheco (MG) Sim
Saraiva Felipe (MG) Sim
Lelo Coimbra (ES) Sim
Alexandre Serfiotis (RJ) Sim
Altineu Côrtes (RJ) Sim
Celso Jacob (RJ) Sim
Celso Pansera (RJ) Não
Laura Carneiro (RJ) Sim
Pedro Paulo (RJ) Sim
Sergio Zveiter (RJ) Sim
Soraya Santos (RJ) Sim
Wilson Beserra (RJ) Sim
Zé Augusto Nalin (RJ) Não
Baleia Rossi (SP) Sim
Carlos Bezerra (MT) Sim
Valtenir Pereira (MT) Sim
Daniel Vilela (GO) Sim
Pedro Chaves (GO) Sim
Carlos Marun (MS) Sim
João Arruda (PR) Sim
Rocha Loures (PR) Sim
Sergio Souza (PR) Sim
Celso Maldaner (SC) Sim
Mauro Mariani (SC) Sim
Rogério Peninha Mendonça (SC) Sim
Ronaldo Benedet (SC) Sim
Valdir Colatto (SC) Sim
Alceu Moreira (RS) Sim
Darcísio Perondi (RS) Sim
Jones Martins (RS) Sim
José Fogaça (RS) Não
Mauro Pereira (RS) Sim

PP

Hiran Gonçalves (RR) Sim
André Abdon (AP) Sim
Beto Salame (PA) Não
Conceição Sampaio (AM) Não
Lázaro Botelho (TO) Sim
André Fufuca (MA) Sim
Waldir Maranhão (MA) Sim
Adail Carneiro (CE) Sim
Iracema Portella (PI) Sim
Maia Filho (PI) Sim
Beto Rosado (RN) Sim
Aguinaldo Ribeiro (PB) Sim
Eduardo da Fonte (PE) Não
Fernando Monteiro (PE) Sim
Arthur Lira (AL) Sim
Cacá Leão (BA) Sim
Mário Negromonte Jr. (BA) Sim
Roberto Britto (BA) Sim
Ronaldo Carletto (BA) Sim
Dimas Fabiano (MG) Não
Franklin Lima (MG) Sim
Luiz Fernando Faria (MG) Sim
Renato Andrade (MG) Não
Renzo Braz (MG) Sim
Toninho Pinheiro (MG) Sim
Marcus Vicente (ES) Sim
Julio Lopes (RJ) Sim
Simão Sessim (RJ) Sim
Fausto Pinato (SP) Sim
Paulo Maluf (SP) Sim
Ricardo Izar (SP) Sim
Ezequiel Fonseca (MT) Sim
Rôney Nemer (DF) Não
Roberto Balestra (GO) Sim
Dilceu Sperafico (PR) Sim
Nelson Meurer (PR) Sim
Esperidião Amin (SC) Não
Jorge Boeira (SC) Não
Afonso Hamm (RS) Não
Covatti Filho (RS) Sim
Jerônimo Goergen (RS) Sim
Luis Carlos Heinze (RS) Sim
Renato Molling (RS) Sim

PPS

Arnaldo Jordy (PA) Não
Eliziane Gama (MA) Não
Arthur Oliveira Maia (BA) Sim
Luzia Ferreira (MG) Sim
Alex Manente (SP) Sim
Pollyana Gama (SP) Sim
Marcos Abrão (GO) Sim
Rubens Bueno (PR) Sim
Carmen Zanotto (SC) Não

PR

Edio Lopes (RR) Sim
Remídio Monai (RR) Sim
Vinicius Gurgel (AP) Sim
Lúcio Vale (PA) Sim
Alfredo Nascimento (AM) Sim
Luiz Cláudio (RO) Sim
Vicentinho Júnior (TO) Sim
Cabo Sabino (CE) Não
Gorete Pereira (CE) Sim
Silas Freire (PI) Sim
Zenaide Maia (RN) Não
Adelson Barreto (SE) Não
João Carlos Bacelar (BA) Sim
José Carlos Araújo (BA) Sim
José Rocha (BA) Sim
Aelton Freitas (MG) Sim
Bilac Pinto (MG) Sim
Brunny (MG) Sim
Delegado Edson Moreira (MG) Sim
Marcelo Álvaro Antônio (MG) Não
Marcelo Delaroli (RJ) Sim
Paulo Feijó (RJ) Sim
Capitão Augusto (SP) Sim
Marcio Alvino (SP) Sim
Miguel Lombardi (SP) Sim
Milton Monti (SP) Sim
Tiririca (SP) Não
Laerte Bessa (DF) Sim
Delegado Waldir (GO) Não
Magda Mofatto (GO) Sim
Christiane de Souza Yared (PR) Não
Giacobo (PR) Sim
Luiz Nishimori (PR) Sim
Jorginho Mello (SC) Sim
Cajar Nardes (RS) Sim

PRB

Silas Câmara (AM) Sim
Lindomar Garçon (RO) Sim
Alan Rick (AC) Sim
César Halum (TO) Sim
Cleber Verde (MA) Sim
Ronaldo Martins (CE) Não
Jony Marcos (SE) Não
Márcio Marinho (BA) Sim
Pastor Luciano Braga (BA) Sim
Lincoln Portela (MG) Não
Dejorge Patrício (RJ) Não
Rosangela Gomes (RJ) Sim
Antonio Bulhões (SP) Sim
Beto Mansur (SP) Sim
Celso Russomanno (SP) Sim
Marcelo Squassoni (SP) Sim
Roberto Alves (SP) Sim
Vinicius Carvalho (SP) Sim
Carlos Gomes (RS) Sim

PROS

Odorico Monteiro (CE) Não
Eros Biondini (MG) Não
Felipe Bornier (RJ) Não
Ronaldo Fonseca (DF) Não
Toninho Wandscheer (PR) Sim

PRP

Nivaldo Albuquerque (AL) Sim

PSB

Maria Helena (RR) Sim
Janete Capiberibe (AP) Não
José Reinaldo (MA) Sim
Luana Costa (MA) Não
Danilo Forte (CE) Sim
Átila Lira (PI) Sim
Heráclito Fortes (PI) Sim
Rodrigo Martins (PI) Sim
Rafael Motta (RN) Não
Danilo Cabral (PE) Não
Fernando Coelho Filho (PE) Sim
Gonzaga Patriota (PE) Não
João Fernando Coutinho (PE) Sim
Marinaldo Rosendo (PE) Sim
Tadeu Alencar (PE) Não
JHC (AL) Não
Valadares Filho (SE) Não
Bebeto (BA) Não
Júlio Delgado (MG) Não
Tenente Lúcio (MG) Sim
Paulo Foletto (ES) Sim
Flavinho (SP) Não
Keiko Ota (SP) Não
Luiz Lauro Filho (SP) Sim
Fabio Garcia (MT) Sim
Tereza Cristina (MS) Sim
Leopoldo Meyer (PR) Não
Luciano Ducci (PR) Não
Heitor Schuch (RS) Não
Jose Stédile (RS) Não

PSC

Júlia Marinho (PA) Não
Andre Moura (SE) Sim
Irmão Lazaro (BA) Não
Arolde de Oliveira (RJ) Sim
Jair Bolsonaro (RJ) Sim
Eduardo Bolsonaro (SP) Sim
Gilberto Nascimento (SP) Sim
Pastor Marco Feliciano (SP) Sim
Professor Victório Galli (MT) Sim
Pastor Takayama (PR) Sim

PSD

Marcos Reategui (AP) Sim
Delegado Éder Mauro (PA) Sim
Joaquim Passarinho (PA) Sim
Átila Lins (AM) Sim
Expedito Netto (RO) Não
Irajá Abreu (TO) Sim
Victor Mendes (MA) Sim
Domingos Neto (CE) Sim
Júlio Cesar (PI) Sim
Fábio Faria (RN) Sim
Rômulo Gouveia (PB) Sim
André de Paula (PE) Sim
Fábio Mitidieri (SE) Não
Antonio Brito (BA) Não
José Nunes (BA) Não
Paulo Magalhães (BA) Sim
Jaime Martins (MG) Sim
Marcos Montes (MG) Sim
Raquel Muniz (MG) Sim
Stefano Aguiar (MG) Não
Goulart (SP) Sim
Herculano Passos (SP) Sim
Jefferson Campos (SP) Sim
Walter Ihoshi (SP) Sim
Rogério Rosso (DF) Sim
Heuler Cruvinel (GO) Sim
Thiago Peixoto (GO) Sim
Edmar Arruda (PR) Sim
Evandro Roman (PR) Sim
Reinhold Stephanes (PR) Sim
Sandro Alex (PR) Sim
João Paulo Kleinübing (SC) Sim
João Rodrigues (SC) Sim
Danrlei de Deus Hinterholz (RS) Sim

PSDB

Shéridan (RR) Sim
Nilson Pinto (PA) Sim
Arthur Virgílio Bisneto (AM) Sim
Mariana Carvalho (RO) Sim
Raimundo Gomes de Matos (CE) Sim
Rogério Marinho (RN) Sim
Pedro Cunha Lima (PB) Sim
Betinho Gomes (PE) Sim
Bruno Araújo (PE) Sim
Daniel Coelho (PE) Sim
Pedro Vilela (AL) Sim
Jutahy Junior (BA) Sim
Caio Narcio (MG) Sim
Domingos Sávio (MG) Sim
Eduardo Barbosa (MG) Sim
Marcus Pestana (MG) Sim
Paulo Abi-Ackel (MG) Sim
Rodrigo de Castro (MG) Sim
Otavio Leite (RJ) Sim
Adérmis Marini (SP) Sim
Bruna Furlan (SP) Sim
Carlos Sampaio (SP) Sim
Eduardo Cury (SP) Sim
Izaque Silva (SP) Sim
João Paulo Papa (SP) Sim
Lobbe Neto (SP) Sim
Mara Gabrilli (SP) Sim
Miguel Haddad (SP) Sim
Ricardo Tripoli (SP) Sim
Silvio Torres (SP) Sim
Vanderlei Macris (SP) Sim
Vitor Lippi (SP) Sim
Nilson Leitão (MT) Sim
Izalci Lucas (DF) Sim
Célio Silveira (GO) Sim
Fábio Sousa (GO) Sim
Giuseppe Vecci (GO) Sim
Elizeu Dionizio (MS) Sim
Geraldo Resende (MS) Sim
Luiz Carlos Hauly (PR) Sim
Nelson Padovani (PR) Sim
Geovania de Sá (SC) Não
Marco Tebaldi (SC) Sim
Yeda Crusius (RS) Sim

PSL

Dâmina Pereira MG Não
Alfredo Kaefer (PR) Sim

PSOL

Edmilson Rodrigues (PA) Não
Chico Alencar (RJ) Não
Glauber Braga (RJ) Não
Jean Wyllys (RJ) Não
Ivan Valente (SP) Não
Luiza Erundina (SP) Não

PT

Beto Faro (PA) Não
Zé Geraldo (PA) Não
Angelim (AC) Não
Leo de Brito (AC) Não
Zé Carlos (MA) Não
José Airton Cirilo (CE) Não
José Guimarães (CE) Não
Luizianne Lins (CE) Não
Assis Carvalho (PI) Não
Luiz Couto (PB) Não
Paulão (AL) Não
João Daniel (SE) Não
Afonso Florence (BA) Não
Caetano (BA) Não
Jorge Solla (BA) Não
Nelson Pellegrino (BA) Não
Robinson Almeida (BA) Não
Valmir Assunção (BA) Não
Waldenor Pereira (BA) Não
Adelmo Carneiro Leão (MG) Não
Leonardo Monteiro (MG) Não
Margarida Salomão (MG) Não
Padre João (MG) Não
Patrus Ananias (MG) Não
Reginaldo Lopes (MG) Não
Givaldo Vieira (ES) Não
Helder Salomão (ES) Não
Benedita da Silva (RJ) Não
Chico D´Angelo (RJ) Não
Luiz Sérgio (RJ) Não
Wadih Damous (RJ) Não
Ana Perugini (SP) Não
Andres Sanchez (SP) Não
Arlindo Chinaglia (SP) Não
Carlos Zarattini (SP) Não
José Mentor (SP) Não
Nilto Tatto (SP) Não
Paulo Teixeira (SP) Não
Valmir Prascidelli (SP) Não
Vicente Candido (SP) Não
Vicentinho (SP) Não
Ságuas Moraes (MT) Não
Erika Kokay (DF) Não
Rubens Otoni (GO) Não
Vander Loubet (MS) Não
Zeca do PT (MS) Não
Enio Verri (PR) Não
Décio Lima (SC) Não
Pedro Uczai (SC) Não
Bohn Gass (RS) Não
Henrique Fontana (RS) Não
Marco Maia (RS) Não
Marcon (RS) Não
Maria do Rosário (RS) Não
Paulo Pimenta (RS) Não
Pepe Vargas (RS) Não

PTB

Josué Bengtson (PA) Sim
Sabino Castelo Branco (AM) Não
Nilton Capixaba (RO) Sim
Pedro Fernandes (MA) Sim
Paes Landim (PI) Sim
Wilson Filho (PB) Sim
Adalberto Cavalcanti (PE) Sim
Jorge Côrte Real (PE) Sim
Benito Gama (BA) Sim
Cristiane Brasil (RJ) Sim
Deley (RJ) Não
Arnaldo Faria de Sá (SP) Não
Nelson Marquezelli (SP) Sim
Jovair Arantes (GO) Sim
Alex Canziani (PR) Sim
Ronaldo Nogueira (RS) Sim
Sérgio Moraes (RS) Não

PTdoB

Silvio Costa (PE) Não
Rosinha da Adefal (AL) Não
Luis Tibé (MG) Sim
Cabo Daciolo (RJ) Não

PTN

Jozi Araújo (AP) Sim
Francisco Chapadinha (PA) Sim
Carlos Henrique Gaguim (TO) Sim
Aluisio Mendes (MA) Sim
Antônio Jácome (RN) Não
Ricardo Teobaldo (PE) Sim
Bacelar (BA) Não
Ademir Camilo (MG) Não
Luiz Carlos Ramos (RJ) Não
Dr. Sinval Malheiros (SP) Não
Renata Abreu (SP) Sim
Alexandre Baldy (GO) Sim

PV

Uldurico Junior (BA) Não
Evair Vieira de Melo (ES) Sim
Antonio Carlos Mendes Thame (SP) Sim
Evandro Gussi (SP) Sim
Roberto de Lucena (SP) Não
Leandre (PR) Sim

Rede Sustentabilidade

Alessandro Molon (RJ) Não
Miro Teixeira (RJ) Não
Aliel Machado (PR) Não
João Derly (RS) Não

Solidariede

Wladimir Costa PA Sim
Benjamin Maranhão PB Sim
Augusto Coutinho (PE) Sim
Laercio Oliveira (SE) Sim
Laudivio Carvalho (MG) Não
Zé Silva (MG) Não
Carlos Manato (ES) Não
Aureo (RJ) Não
Major Olimpio (SP) Não
Paulo Pereira da Silva (SP) Não
Augusto Carvalho (DF) Não
Lucas Vergilio (GO) Sim
Delegado Francischini (PR) Não

Presidente muçulmano promete reconstruir a maior igreja do Egito

O presidente egípcio Abdel Fattah al-Sisi prometeu reconstruir a maior igreja do Egito. Após um anúncio público, ele explicou que destinará um fundo de 100.000 libras egípcias [R$ 16 mil] para o projeto, que irá incluir a reconstrução do templo onde ocorreu o atentado no final do ano passado.

Sisi estava ao lado do Patriarca Tawadros II – líder da igreja copta – na Catedral Ortodoxa Copta do Cairo, quando reiterou seu compromisso de reconstruir igrejas destruídas ou danificadas por radicais islâmicos.

Trata-se de uma promessa antiga, uma vez que já havia falado sobre reconstruir os templos cristãos vandalizados durante os motins de 2013. Quando o ex-presidente Mohammed Morsi, ligado à Irmandade Muçulmana, foi deposto, muitos extremistas culparam os cristãos.

A postura de al-Sisi é um alívio para os cristãos egípcios que vem enfrentando uma onda de violência e perseguição desde o fim da chamada Primavera Árabe, em 2011. Diversos ataques ocorreram desde então, mas o que obteve mais repercussão foi a decapitação de 21 cristãos coptas pelo Estado Islâmico, em fevereiro de 2015.

O Egito tem uma população estimada em 9 milhões de cristãos. A grande maioria são os ortodoxos coptas. Após um homem-bomba ter matado 27 pessoas em um atentado na capela adjacente à maior igreja do país, o patriarca Tawadros II chamou o ataque “não apenas um desastre para a igreja, mas um desastre para toda a nação”.

Ateu, artista judeu se converte ao Evangelho após ler a Bíblia e reconhecer o Messias em Jesus

“A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos”. Essa verdade bíblica, presente em Tiago 5:16, não é sinônimo de resposta de oração conforme o desejo de quem pede, segundo o evangelista Billy Graham.

Graham, 98 anos, se dedica a escrever artigos em resposta a perguntas enviadas a ele através do site da Associação Evangelística que leva seu nome. E recentemente, um leitor o escreveu dizendo que fica “chateado quando Deus não responde às orações do jeito que eu penso que Ele deveria fazer”, e acrescentou: “Ele está me punindo por algo que eu fiz, quando se recusa a responder às minhas orações?”.

A experiência de Billy Graham, ministro do Evangelho há decadas, fica evidente na resposta, que sugere ao leitor um olhar mais abrangente da situação, observando que servimos a Deus pelo que Ele é, e não por aquilo que pode fazer.

“Se nos recusamos a nos arrepender de nossos pecados e buscarmos o perdão de Deus pelo que fizemos de errado, por que deveríamos esperar que Deus respondesse às nossas orações? Na verdade, se fazemos desta forma, estamos O tratando com desprezo, e não estamos buscando honestamente a Sua vontade enquanto oramos. A Bíblia diz: ‘Os vossos pecados encobrem o Seu rosto de vós, para que não vos ouça’. (Isaías 59:2b)”.

Sob outro ponto de vista, Graham disse que achar uma forma equilibrada de enxergar a dinâmica do relacionamento com Deus, sempre se submetendo a um autoexame para manter-se longe do erro.

“Isso significa que precisamos ser perfeitos antes que Deus responda às nossas orações? Não. Afinal, ninguém é perfeito. Mas isso significa que devemos examinar nossas vidas e ter certeza de que não estamos nos apegando aos nossos pecados, mas sim nos voltando para Jesus Cristo, buscando o perdão que precisamos”, disse.

“Você abriu seu coração e vida para Ele? Caso não o tenha feito, a sua primeira oração precisa ser pedindo a Cristo para entrar em sua vida como seu Salvador e Senhor”, acrescentou, demonstrando que mesmo com a idade avançada, não perdeu o tino para o evangelismo.

O evangelista salientou que aceitar a Jesus não é garantia de desejo realizado, pois Deus responde as orações da forma que Ele, em sua onisciência, entende que será melhor. “Será que Deus então responderá todas as suas orações exatamente do jeito que você quer? Não. Ele não vai fazer assim. Deus sabe o que é melhor para você e, em vez de ‘sim’, às vezes Sua resposta é ‘não’ ou ‘espere’. Podemos não gostar disso, porém mais tarde perceberemos que Ele estava certo e nós é que estávamos errados”.

Por fim, Graham explicou que a decisão de Deus é sempre perfeita porque Ele é eterno, e conhece o futuro: “Lembre-se: nós conseguimos ver apenas parte do quadro, mas Deus vê tudo. E porque Ele nos ama, podemos confiar que Ele sempre responderá às nossas orações de acordo com o que Ele sabe que é melhor para nós. Mesmo quando Ele diz ‘não’. As palavras da Bíblia são verdadeiras: ‘O caminho de Deus é perfeito; a palavra do Senhor é provada; é um escudo para todos os que n’Ele confiam’. (Salmo 18:30)”.

Tatá Werneck veta piadas com religião: “É preciso ter um limite”

Fazer piadas sobre religião é cada vez mais comum entre os humoristas da atualidade. Tatá Werneck parece querer trilhar um caminho diferente em seu novo programa, o talk-show Lady Night, no Multishow, que estreia no próximo dia 10.

A atriz conhecida pelo humor subversivo e sem limites, mudou de atitude na hora de entrevistar padre Fábio de Melo. Segundo informações da coluna “Sem Intervalo”, do jornal Estadão, Tatá vetou piadas com religião no Lady Night.

A equipe da atração havia sugerido uma sequência de brincadeiras, mas Tatá não autorizou: uma disputa de oração entre o convidado e outro religioso, uma batalha de rap de Salmos da Bíblia, e a instalação de um confessionário no palco.

“É preciso ter um limite. Sempre fui muito religiosa e não gosto de brincar com religião”, comentou Werneck à coluna.

A religião e o humor

O programa Na Moral da TV Globo, exibido em setembro de 2013, levou quatro humoristas para comentarem sobre os limites da piada. Participaram do programa os humoristas Bruno Mazzeo, Gregório Duvivier, Helio de La Peña e Renato Aragão.

Quando o apresentador Pedro Bial mostrou um vídeo do canal Porta dos Fundos sobre religião, o eterno Didi, de Os Trapalhões, disse ser contra fazer piadas de religião e a discussão esquentou.

“Não precisa usar a religião para fazer humor. Eu acho que até agride, coisa que agride é você criticar uma religião, muçulmana, católica, evangélica, tudo”, disse Renato Aragão.

Gregório Duvivier, do Porta dos Fundos, discordou e afirmou sua posição como ateu dizendo que “não existe um sagrado absoluto”. “Olha só, eu acho que é engraçado a gente desmistificar. O meu Deus não é o Deus de outras pessoas. Não existe um sagrado absoluto.”

Meta de satanás é que cristãos creiam que ele não existe, alerta evangelista Billy Graham

A sutileza nas ações do diabo deve preocupar os cristãos e mante-los alerta, para que não sejam desviados do propósito de Deus. Esse conselho foi reiterado pelo evangelista Billy Graham em um artigo recente.

De acordo com o veterano líder cristão, “o principal objetivo de satanás é impedir os planos de Deus de todas as maneiras possíveis”. O assunto foi abordado quando um leitor do site da Associação Evangelística Billy Graham o questionou sobre o motivo de as igrejas não falarem mais sobre o inimigo.

“Sejam sóbrios e vigiem. O diabo, o inimigo de vocês, anda ao redor como leão, rugindo e procurando a quem possa devorar”, afirmou Graham, parafraseando I Pedro 5: 8. “Embora jamais devêssemos fazer do diabo o foco de nossa atenção (pois só Cristo é digno dessa honra), precisamos estar atentos a seus planos e protegidos contra seus ataques”, frisou.

O experiente evangelista também afirmou que, às vezes, os ataques de satanás são evidentes e espalhafatosos, mas na maioria das vezes, ele atua de maneira sutil e oculta, com o intento de afastar as pessoas de Jesus. “Quando o Diabo mente, fala a sua própria língua, pois é mentiroso e pai da mentira (João 8:44)”.

“Se você achar que o Diabo não existe, logo baixará a guarda e deixará de se precaver contra seus ataques”, aconselhou, acrescentando que as ciladas se tornam mais efetivas nessas situações.

Existe, sim.

A menção de Graham ao descrédito que as pessoas têm em relação a satanás é porque muitos cristãos contemporâneos não levam a sério as palavras bíblicas a respeito do mundo espiritual, e chegam ao ponto de não crer na existência de satanás.

Uma pesquisa do Instituto Gallup realizada em 2016 mostrou que somente 61% dos americanos acreditam que satanás é um ser real. No Brasil, o estudo sobre o tema mais recente foi realizado pelo Datafolha, há dez anos, e 75% dos entrevistados criam na existência do anjo caído.

Líderes cristãos se mobilizam para aconselhar pais sobre como reagir ao jogo da Baleia Azul

A nova fonte de preocupação para pais com filhos adolescentes chama-se Desafio da Baleia Azul. O jogo, que conduz os participantes ao suicídio, tornou-se febre entre adolescentes e ligou a luz de alerta em líderes cristãos.

O pastor Renato Vargens, escritor, blogueiro e líder da Igreja Cristã da Aliança, publicou um artigo sobre o assunto e chamou a atenção para a responsabilidade dos pais nos relacionamentos de seus filhos adolescentes, e o que fazem nas horas vagas.

Vargens observa que “no jogo há desde tarefas simples, como desenhar uma baleia num papel, até outras muito mais mórbidas, como cortar os lábios, furar a palma da mão ou desenhar no braço com uma lâmina uma baleia”, e acrescenta que “o desafio mais macabro deste maldito jogo é sempre o mesmo: suicídio”.

“Apesar de não generalizar, sou tomado pela convicção que boa parte dos adolescentes que aceitam participar do jogo da baleia azul, o fazem por se sentirem deprimidos, o que em parte se deve a ausência de pais e mães”, explicou Vargens, que destacou a dedicação dos pais ao trabalho como um fator de ausência na vida dos filhos.

Quantos adolescentes que mesmo vivendo com seus pais, não recebem por parte destes atenção carinho, amor e disciplina? Eu particularmente tenho visto inúmeros adolescentes deprimidos, angustiados, sem ânimo algum pelo fato inequívoco de terem sido abandonados em vida por seus pais”, lamentou.

Para contribuir de forma efetiva na resolução do problema, o pastor elaborou uma lista de conselhos para que, através do relacionamento, pais de adolescentes possam prevenir que seus filhos fiquem expostos às insanidades do mundo contemporâneo. Confira:

Ame seu filho e lembre-se que amor se mostra através de atitudes;
Dedique tempo ao seu filho. Seja presente, priorize ele, vá ao cinema, ao estádio de futebol, a um parque e gaste tempo em comunhão e relacionamento pessoal;
Seja o melhor amigo de seu filho;
Se perceber que ele está se isolando dos amigos, da família, com um comportamento marcado pela tristeza, tente conversar com ele e se necessário for procure ajuda profissional;
Procure ver com quem ele está se relacionando na escola, na internet ou em outro ciclo de relacionamento qualquer;
Ore com e por ele.